O príncipe Harry, de 41 anos, e Meghan Markle, de 44, decidiram quebrar o silêncio e rebater publicamente uma série de alegações polêmicas envolvendo a dinâmica de trabalho do casal nos bastidores de Hollywood. O estopim para a rara manifestação oficial foi uma reportagem que pintava a ex-atriz como uma figura autoritária.
Segundo fontes ouvidas pela publicação, a duquesa teria o hábito de interromper o marido constantemente, cortando suas falas pela metade e reformulando seus pensamentos. Essa atitude seria frequentemente precedida por toques no braço ou na coxa do príncipe.
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A resposta veio através do advogado da família. Em carta enviada à revista, o representante legal detonou as acusações, classificando o texto como uma tentativa clara de “reforçar a caracterização misógina” de que a duquesa vive dando ordens ao parceiro. O próprio Harry endossou a defesa, chamando a história de “categoricamente falsa”.
A publicação não parou por aí e também afirmou que Meghan costumava “desaparecer” repentinamente por longos períodos durante chamadas de vídeo. A justificativa seria de que a duquesa abandonava a tela sempre que se sentia ofendida com algum comentário da equipe.
A equipe jurídica do casal, por outro lado, desmentiu a fofoca revelando uma justificativa que qualquer mãe em esquema de home office entende perfeitamente: a rotina com crianças pequenas. O advogado explicou que a duquesa apenas desliga a câmera ou o microfone para lidar com as interrupções inesperadas do príncipe Archie, de 6 anos, e da princesa Lilibet, de 4.
