Os escândalos relacionados a Jeffrey Epstein continuam a provocar polêmica, agora com um desdobramento sinistro na Europa. Na noite da última segunda-feira (20 de julho), Daniel Siad, um franco-argelino de 69 anos que atuava como olheiro de modelos e era supostamente um dos aliciadores do bilionário norte-americano, foi encontrado morto em sua residência em Colombes, na grande Paris.
O Ministério Público de Nanterre confirmou a notícia à imprensa na quarta-feira (22 de julho), destacando que as circunstâncias envolvendo a morte de Siad permanecem envoltas em mistério. Ele estava sob investigação por graves acusações relacionadas a tráfico humano e estupro.
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As autoridades francesas iniciaram uma investigação para esclarecer este episódio trágico e determinar as causas exatas da morte do olheiro. Siad não era apenas uma figura periférica na rede criminosa liderada por Epstein. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelou que seu nome aparece em mais de mil documentos judiciais relacionados ao caso.
Interceptações telefônicas mostram que ele mantinha conversas com Epstein sobre como recrutar jovens mulheres, provenientes de diversas partes do mundo, para levá-las até Nova York.
