Em uma cobertura especial diretamente de Times Square, Nova York, o repórter Giovanne Menezes, do LeoDias Esportes, encontrou brasileiros que transformaram a Copa do Mundo em um projeto de vida. Esses torcedores compartilharam, diante das câmeras, as renúncias que fizeram para estar nos Estados Unidos acompanhando a Seleção. Entre anseios e considerações sobre o futuro financeiro, as histórias apresentadas revelam um padrão entre os fãs que desejam participar de um dos maiores eventos esportivos do mundo.
“Parcelamos a vida”
Ao serem questionados sobre como conseguiram viajar para torcer pela Seleção Brasileira, o casal Júnior e Laure respondeu de forma direta: “Parcelamos a vida lá. Está tudo parcelado! Quando chegarmos, vamos recuperar o que foi penhorado”, afirmou Júnior.
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A declaração evidencia como estão dispostos a comprometer suas finanças no Brasil para realizar o sonho de acompanhar o Mundial. Laure acrescentou ainda que tomaram uma decisão significativa em seu planejamento: “Vender nosso carro foi necessário para passarmos esse tempo aqui. Vamos aproveitar ao máximo! Depois, trabalharemos e conquistaremos tudo novamente”.
Sobre o valor da venda do veículo, o casal mencionou que conseguiram cerca de R$ 60 mil. De forma descontraída, Júnior brincou com sua situação financeira após essa grande despesa: “E já foi quase tudo, agora temos quase nada”.
Levando tudo na esportiva, Laure resumiu a situação entre risadas: “Rir para não chorar”. Apesar das dificuldades financeiras temporárias, eles afirmaram estar vivendo uma experiência inigualável.
Decisões impulsivas e aposta no hexa
Esse mesmo comportamento foi observado em outros torcedores entrevistados em Nova York. Dois amigos relataram também terem tomado decisões rápidas para estarem presentes no torneio. Contaram que a viagem surgiu inesperadamente, envolvendo a venda de um carro e parcelamentos sem planejamento prévio. O objetivo era claro: vivenciar a Copa e apoiar a busca pelo hexacampeonato.
“Até a casa eu venderia”
Dentre os entrevistados, uma torcedora enfatizou seu envolvimento emocional com o evento ao dizer até onde estaria disposta a ir para não perder a Copa. Ela declarou que, se necessário fosse, poderia até considerar vender sua casa para garantir presença na competição.
