Reid Wiseman, comandante da missão Artemis II da NASA, divulgou um vídeo fascinante em suas redes sociais, capturando o raro fenômeno conhecido como “pôr da Terra” enquanto a cápsula passava pelo lado oculto da Lua. A filmagem foi realizada com um iPhone 17 Pro Max, através da janela da cápsula Orion durante sua passagem pela parte não iluminada do satélite.
Sobre a gravação
No vídeo compartilhado por Wiseman, a visão da Terra é de uma pequena esfera azul e branca que se move lentamente até se ocultar atrás da superfície lunar acinzentada. O movimento contínuo lembra um pôr do sol visto da Terra, mas em uma escala cósmica, retratando uma perspectiva inversa ao icônico “nascer da Terra” registrado pela Apollo 8 em 1968.
O astronauta enfatizou que o uso do smartphone foi crucial para documentar essa cena de forma prática. Ele observou que o campo de visão e o nível de zoom do dispositivo se aproximam bastante da percepção humana em situações semelhantes, permitindo assim a captura desse momento sem depender de equipamentos fotográficos mais complexos.
A repercussão e seu significado
A publicação de Wiseman rapidamente atraiu milhões de visualizações nas redes sociais. O vídeo destaca a singularidade do evento chamado “pôr da Terra” e reforça a conexão visual entre nosso planeta e a Lua, ilustrando como a Terra desaparece durante a órbita lunar.
Conforme informações fornecidas pela NASA, a missão Artemis II marca um passo significativo no retorno dos seres humanos à Lua após 54 anos. A gravação feita por Wiseman revive a tradição de imagens marcantes na exploração espacial, apresentando um movimento oposto ao que foi registrado pela Apollo 8 e demonstrando assim a dinâmica orbital entre nosso planeta e seu satélite.
Imagem: Divulgação
No contexto do programa Artemis, o próximo objetivo previsto é o Artemis III, que realizará testes em órbita terrestre antes das tentativas de pouso em fases futuras. O vídeo compartilhado por Wiseman também ilustra o impacto das tecnologias acessíveis na documentação de fenômenos científicos, mostrando que um smartphone pode registrar momentos com relevância histórica.
Informações adicionais foram levantadas por Tecmundo
