Poze do Rodo enfrenta processo judicial após alegações de violação de acordo com morador vizinho

MC Poze do Rodo se vê novamente em um dilema judicial. O cantor é acusado de não respeitar um acordo legal que tinha como objetivo minimizar os incômodos aos moradores do condomínio onde reside no Rio de Janeiro.

Informações reveladas pela colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, indicam que o empresário José Alexandre Credmann Bottrel entrou com uma ação judicial alegando que o artista desconsiderou um compromisso homologado pela Justiça em março deste ano.

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MC Poze do RodoCrédito: Reprodução Record
Poze do Rodo compartilhou imagens em seus stories comemorando a saída da prisãoReprodução: Instagram/@pozevidalouca
Poze do Rodo compartilhou imagens em seus stories comemorando a saída da prisãoReprodução: Instagram/@pozevidalouca
MC Poze do RodoCrédito: Reprodução
MC Poze do RodoCrédito: Reprodução Instagram
MC Poze do RodoReprodução: Instagram/@pozevidalouca
MC Poze do RodoReprodução: Instagram/@pozevidalouca
MC Poze do RodoCrédito: Reprodução Instagram


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No documento apresentado à Justiça, o vizinho relata que, em 2 de junho, o artista organizou uma partida de futebol em sua residência. Segundo ele, o evento se estendeu até altas horas da madrugada, acompanhado por gritos e barulhos excessivos, infringindo assim as normas acordadas anteriormente.

A estipulação anterior previa que o funkeiro não deveria realizar festas com som elevado nem promover partidas de futebol após a meia-noite.

Ainda conforme o relato de José Alexandre, durante essa situação ele acionou tanto os seguranças do condomínio quanto o mediador designado no acordo. Contudo, mesmo com as tentativas feitas, o incômodo persistiu.

Diante dos acontecimentos, o autor da ação pede que seja aplicada a multa prevista para esse tipo de descumprimento, estipulada em R$ 10 mil.

Os documentos também indicam que em 1º de julho, foi determinado pela Justiça que um mandado fosse expedido para convocar MC Poze para realizar o pagamento da multa dentro de três dias. Caso ele não cumpra essa determinação ou não se manifeste, os valores poderão ser bloqueados por meio da penhora em suas contas bancárias.